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REVISTA BRASIL ENERGIA – PROJETO TOPÁZIO PODE GERAR MIX GIGANTESCO DE PERFURAÇÃO E INTERVENÇÃO EM POÇOS

Aproximadamente US$ 150 milhões em investimentos para perfurar 200 novos poços e intervir em 500 existentes, gerando mais de 2 mil empregos. Esse é o cenário traçado por um estudo da BHGE para que a produção dos ativos terrestres colocados à venda pela Petrobras retome os níveis de 2014.

Naquele ano, o volume extraído nos cerca de 70 campos incluídos no projeto Topázio era de 27 mil bopd. No final de 2017, a extração total, oriunda desses 53 ativos, era de 20 mil bopd, o que corresponde a 20% da produção onshore do país.

Os autores da pesquisa acreditam que a queda se deu sobretudo pela falta de intervenção em poços e, como resposta, sugerem um mix de perfuração e workover, além da implementação de projetos de recuperação terciária, para que a produção possa ser retomada dentro de três anos.

A tarefa seria facilitada pelo fato de as instalações dos campos estarem preservadas e de haver mão de obra especializada disponível e capacidade instalada ociosa no país, com potencial para contratação de seis sondas de perfuração e uma dezena de unidades de workover.

“Ainda assim, há espaço para mudança de método de elevação e abertura de novas zonas produtoras. O trabalho de perfuração fica voltado para aqueles campos que mostram boa resposta no adensamento da malha, por exemplo”, explica o gerente de Contas Sênior da BHGE e responsável pelo estudo, Marcos Freesz.

Abrangendo mais de oito mil poços, os campos do Topázio estão agrupados em oito polos nas bacias Potiguar, Sergipe-Alagoas, Recôncavo e Tucano Sul: Riacho da Forquilha e Miranga, nos estados do Rio Grande do Norte e Bahia; Fazenda Belém, Macau, Sergipe Terra 1, Sergipe Terra 2 e Sergipe Terra 3 (Ceará, Rio Grande do Norte e Sergipe); e Buracica (Bahia).

Fonte: Revista Brasil Energia

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